"Você pode não gostar, não concordar e até se ofender com o conteúdo aqui escrito. Você pode se expressar livremente, pode argumentar e quiçá mudar a minha opinião, pois enquanto eu viver, não posso e não pretendo ser definitiva. O que você não pode é tentar me impedir de dizer o que penso. Porque, embora eu ache que estejamos muito perto da censura, ainda posso dizer o que eu penso e você ainda pode fechar a janelinha no seu computador."


quarta-feira, 3 de abril de 2013

Democracia por conveniência


O que eu acho errado é misturar religião com política, colocar uma pessoa com as ideias fechadas para presidir algo que preza pela mente aberta. Pronto! Agora, sou totalmente contra esta caça às bruxas. Não concordo com uma vírgula dita pelo Feliciano, acho sinceramente que ele tem problemas (de aceitação inclusive), mas isso é democracia, minha gente! Ele foi eleito e temos que respeitar o seu eleitorado! Se podemos falar o que pensamos sobre ele, inclusive que é uma bicha enrustida, ele também tem o mesmo direito.A democracia não é o sistema mais perfeito, mas  é o melhor que temos, e com ela vem a liberdade de expressão e religiosa. Lutar contra isso é lutarmos contra nós mesmos. O que precisa mudar é a forma de pensar, pois apenas assim não elegeremos Felicianos e Bonsonaros, não misturaremos o congresso com a igreja. Tolher pensamentos nunca foi e nunca será a solução para questão alguma! Defender a democracia na hora de expormos os  nossos conceitos é conveniente, mas a sua verdadeira essência está em  defendê-la na hora do discurso do outro, principalmente naquele em que discordamos. As pessoas têm uma falsa ideia sobre igualdade. Igualdade não é pensarmos da mesma forma, igualdade é termos os mesmos direitos, e isso implica também no discurso. Um brinde às diferenças! Só com elas conseguiremos crescer como nação! Devemos respeitar negros, gays e as opiniões. Há quem possa dizer que o quê o Deputado está fazendo é uma tremenda falta de respeito, mas que eu saiba ele não saiu defendendo o apartheid ou vestiu o capuz da Ku Klux Kan, tampouco defendeu caça aos gays! Ele apenas emitiu a sua opinião e mesmo que não a aceitemos, temos que respeitá-la, uma vez que não incitou em violência. Se ele está pregando intolerância, o que nós estamos fazendo? A nossa resposta não é calar o pastor, é educar os nossos filhos, é votar consciente e plantar bons frutos para as próximas gerações. O problema é que muita gente quer ser politicamente correta e esquece de ser apenas política. Vamos ao debate, isso é  DEMOCRACIA!

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